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Isso é MoSaIco!!!
O Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (EMAU) é um projeto de extensão universitária gerenciada pelos estudantes e professores. Objetiva-se atender as demandas sociais organizadas que se encontram à margem da produção do mercado imobiliário e, muitas vezes, das ações do poder público, com trabalhos essencialmente participativos. Pressupõe-se a construção coletiva de um pensamento de cidade e de arquitetura em que o direito à cidade é o elemento norteador.
Para tanto, a articulação entre a academia, o poder público e a sociedade civil organizada é fundamental. O envolvimento desses três agentes na discussão e produção do tecido urbano configura-se como uma possibilidade de ação mais justa e formulada, que se contrapõem as iniciativas do mercado em esterilizar os espaços urbanos. Trata-se de uma resistência.
Nesse sentido, o MoSaIco – Escritório Modelo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Mackenzie - produz, desde 2005, em parceria com o poder público e movimentos organizados, discussões e formulações projetuais que fomentam a construção de cidade mais igualitária e coletiva.
Estruturando-se de maneira horizontal, alunos, professores e os grupos organizados unem-se para identificar as questões centrais dos trabalhos. Cada agente compõe e enriquece a discussão, dados os conhecimentos intrínsecos a cada indivíduo. Não há sobreposição de poderes, mas sim, contribuição entre os saberes. A construção coletiva é a essência de qualquer escritório modelo de arquitetura e urbanismo.
Uma vez identificada a(s) questão(ões) central(ais), o núcleo acadêmico do escritório inicia as atividades diretamente relacionadas às técnicas da profissão. Estudos, pesquisas, croquis, plantas, cortes, fachadas, etc. Elabora-se um estudo preliminar, discuti-se com a população, volta-se ao projeto até que, por fim ele é entregue, apresentado e discutido. A finalização é um elemento importante, principalmente porque estabelece um objetivo: a produção de arquitetura.
O MoSaIco é um escritório de acessoria de arquitetura e, como tal, tem o projeto como instrumento. Tê-lo como instrumento não significa abdicar das ferramentas oferecidas pelas demais áreas do conhecimento, pelo contrário, devemos tomá-las como partido a fim de ampliar a discussão. A interdisciplinaridade enriquece nossa ferramenta de trabalho, mas devemos ter a consciência que nos reportar ao projeto é o que nos faz ser o que somos: arquitetos.
Navegue!!! Conheça!!! Participe!!!
Reuniões: segundas-feiras, às 19:30, na sala do MoSaIco. |
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